Galvanização a quente: durabilidade dos equipamentos de segurança rodoviária
A segurança rodoviária depende da integridade estrutural dos seus dispositivos. Desde os sistemas de contenção de veículos (barreiras de segurança, defensas metálicas, atenuadores de impacto, etc.) até aos pórticos de sinalização e marcações rodoviárias, a maioria destes sistemas é fabricada em aço. O maior inimigo do aço, sobretudo em ambientes expostos aos elementos e agentes corrosivos (sal, humidade, poluição), é a corrosão. Embora outras soluções, como o aço patinável, comecem a ser exploradas, a galvanização a quente é, sem dúvida, a principal solução que garante a longevidade e o desempenho consistente do equipamento, impactando diretamente na redução dos custos de manutenção para as administrações públicas.
1. Corrosão: O Custo Oculto nas Estradas
A oxidação do aço não é apenas um problema estético; compromete a capacidade funcional dos equipamentos rodoviários. Por exemplo, uma defensa metálica corroída pode não absorver a energia de um impacto, colocando em risco a vida dos ocupantes do veículo.
Os custos associados à corrosão dividem-se em duas categorias:
- Custos diretos de manutenção: Reparação ou substituição prematura de componentes corroídos, incluindo o custo de pessoal, materiais e gestão de tráfego durante a intervenção.
- Custos indiretos de segurança: O risco de falha do equipamento e o potencial aumento de acidentes caso o dispositivo não desempenhe a sua função.
2. O Processo de Galvanização a Quente
A galvanização a quente descontínua é um processo metalúrgico em que o aço é mergulhado num banho de zinco fundido a uma temperatura controlada entre 440 °C e 500 °C. Este processo não só reveste a superfície do aço, como também cria uma liga intermetálica de ferro-zinco metalurgicamente ligada ao aço base. Por esta razão, o resultado final é considerado mais uma liga do que um simples revestimento superficial.
2.1 Fases do Processo para o Revestimento Durável
Para garantir a aderência adequada das camadas de liga, o processo segue uma sequência rigorosa de 10 etapas antes da imersão no banho de zinco:
- Receção e Expedição: Inspeção inicial das peças e preparação para o processo.
- Desengorduramento Ácido: Remoção de gordura, óleo e sujidade superficial utilizando soluções desengordurantes.
- Decapagem: Imersão em ácido (geralmente ácido clorídrico) para remover a ferrugem e a carepa, deixando o aço quimicamente limpo.
- Lavagem: Enxaguar para remover os resíduos de ácido da superfície antes da fase seguinte.
- Fluxagem: Imersão numa solução de cloreto de zinco e amónio para evitar a oxidação prematura do aço limpo e facilitar a reação metalúrgica com o zinco fundido.
- Secagem em estufa: Remoção completa da humidade das peças fluxadas para evitar salpicos violentos em contacto com o zinco fundido.
- Secagem em forno: Remoção completa da humidade das peças fluxadas para evitar salpicos violentos em contacto com o zinco fundido. Galvanização: Imersão num banho de zinco fundido, onde ocorre a reação de liga Fe-Zn.
- Arrefecimento ao ar: Remoção controlada do banho de zinco para permitir que o revestimento solidifique e arrefeça.
- Passivação opcional: Tratamento químico pós-galvanização para minimizar a formação de "manchas brancas" durante o armazenamento.
- Acabamento e Envio: Remoção do excesso de zinco, inspeção final da espessura de acordo com as normas e preparação para o envio.
2.2 Mecanismos de Proteção
Ao contrário das tintas ou dos revestimentos superficiais, a galvanização a quente oferece uma dupla camada de proteção:
- Barreira Física: O revestimento de zinco isola o aço do meio corrosivo (humidade, oxigénio, sal).
- Proteção Catódica (Sacrificial): Se a camada de zinco for danificada (por exemplo, por riscos ou impactos), o zinco, por ser mais reativo que o ferro, é sacrificado e corrói em primeiro lugar. Este protege o aço subjacente da oxidação, reparando pequenas áreas danificadas (a chamada "célula galvânica").
Esta proteção sacrificial é fundamental para os elementos de segurança rodoviária que estão constantemente expostos à abrasão e a pequenos impactos.
3. Durabilidade e Redução do Custo do Ciclo de Vida
A principal vantagem da galvanização a quente é a sua excecional durabilidade, especialmente quando comparada com outros métodos de proteção (tintas ou revestimentos eletrolíticos de zinco).
A galvanização a quente proporciona, com uma única aplicação, uma proteção que pode durar mais de 50 anos na maioria dos ambientes rodoviários, resultando num Custo do Ciclo de Vida (CCV) mais baixo para a administração.
3.1 Comparação de Custos
O custo inicial de um elemento galvanizado a quente pode ser ligeiramente superior ao da pintura, mas a necessidade de manutenção é eliminada durante décadas. Se for projetado ao longo de 50 anos, o custo total de um componente pintado (que requer 5 a 10 repinturas) é até quatro vezes superior ao custo único do investimento inicial em galvanização.
4. Conformidade e garantia regulamentares
A eficácia e fiabilidade da galvanização a quente são reguladas por normas internacionais e europeias que garantem o desempenho dos produtos em infraestruturas rodoviárias.
- ISO 1461 / EN ISO 1461: Esta norma especifica as propriedades dos revestimentos de zinco por imersão a quente em produtos acabados (incluindo fixadores e componentes de segurança rodoviária). Estabelece os requisitos mínimos de espessura do revestimento, medidos em mícrons (µm), que dependem da espessura do aço base.
- Acabamentos visuais e qualidade: É importante referir que o aspeto final do revestimento galvanizado pode variar (alto brilho, cristalino, cinzento mate). Estas diferentes tonalidades são características do processo e dependem da composição química e da reatividade do aço, bem como da taxa de arrefecimento. Estas variações de cor não devem ser consideradas defeitos, uma vez que a resistência à corrosão permanece inalterada. O envelhecimento natural ao longo do tempo irá homogeneizar a cor.
- Marcação CE: Na União Europeia, os dispositivos de segurança rodoviária (como as barreiras) devem ostentar a marcação CE, o que significa que o seu fabrico, incluindo o tratamento anticorrosivo, está em conformidade com as normas europeias de desempenho e durabilidade.
Ao especificar a galvanização a quente, as autoridades não só adquirem durabilidade, como também garantem o cumprimento de normas de segurança rigorosas. A infraestrutura protegida por este método prolonga a sua vida útil, melhora a segurança e permite que os órgãos de gestão redirecionem recursos da manutenção corretiva para investimentos mais estratégicos.
Conhece os regulamentos relativos aos sistemas de contenção
Desde Metalesa, sempre que falamos dos nossos produtos, contamos para que servem, todas as suas características, suas vantagens... Por isso hoje trazemos um artigo um pouco diferente em que falaremos sobre um tema que costumamos abordar superficialmente em nosso blog: A regulamentação dos sistemas de contenção de veículos UNE EN 1317.
Se precisas de rever os sistemas de contenção de veículos que existem, recomendamos que leias este artigo clicando neste link.
Uma regulamentação comum para a melhoria da Segurança Rodoviária
Desde janeiro de 2011, é obrigatório que os sistemas de contenção de veículos instalados na União Europeia sejam certificados de acordo com a norma UNE EN 1317. A criação desta norma significa a homogeneização da metodologia de teste dos sistemas de contenção e dos critérios de aceitação, favorecendo assim a Segurança Rodoviária.
Entendemos que este tipo de normas tão técnicas podem ser difíceis de entender e interpretar, por isso, na Metalesa, como especialistas na Normativa UNE EN 1317 e como parte do comitê de normalização CTN135 da UNE, queremos ser sua referência em Normativa de Sistemas de Contenção. Por isso, neste artigo explicaremos tudo o que precisas de saber sobre a Norma UNE 1317.
O que é a UNE?
Para explicar a regulamentação UNE EN 1317, primeiro é importante saber de onde vem.
A UNE (Associação Espanhola de Normalização) é o único Organismo de Normalização em Espanha. A sua função é criar Normativas para os diferentes setores, de modo a que estas conformem uma série de normas padronizadas e aceitas, garantindo assim a qualidade e excelência das empresas.
Especificamente, na Metalesa, fazemos parte do Comitê de Normalização CTN-135 (Equipamento para a Sinalização Rodoviária), que é responsável por desenvolver normas para a normalização dos elementos ou equipamentos destinados à sinalização, segurança, sinalização e tráfego destinados à informação, ordenamento e Segurança Rodoviária. Portanto, aqui se inclui a criação de normas relacionadas com os sistemas de contenção de veículos.
Desde a sua criação, o Comitê de Normalização CTN-135 elaborou 283 normas para favorecer a Segurança Rodoviária; neste artigo, iremos nos focar especificamente na norma UNE EN 1317.

Tudo o que precisas de saber sobre a NORMA UNE EN 1317, a regulamentação dos Sistemas de Contenção de veículos
Os sistemas de contenção de veículos são equipamentos de Segurança Rodoviária indispensáveis nas estradas para evitar as graves consequências de um acidente, por isso, é tão importante que o seu funcionamento esteja sujeito aos critérios de aceitação impostos pela norma UNE EN 1317.
Estes são os fatores considerados:
- Nível de contenção: Garante que o sistema de contenção mantenha o veículo em caso de colisão, sem que o carro capote ou ultrapasse o sistema.
- Severidade do impacto: Reduz as desacelerações para minimizar os danos aos ocupantes do veículo.
- Deformação do sistema: Refere-se ao deslocamento transversal do sistema durante o impacto.
- Redirecionamento: Assegura o retorno controlado do veículo à via após impactar no sistema de contenção, de modo que não invada outras faixas.

Teniendo en cuenta as variáveis anteriores, podemos diferenciar entre vários tipos de sistemas de contenção que se distinguem pelas consequências e pelos efeitos que o impacto do veículo tem sobre o veículo, os ocupantes e o próprio sistema de contenção.
Todos os sistemas de contenção são submetidos a testes em escala real nos quais são levadas em conta as variáveis anteriores e que devem ser superados para cumprir com a norma UNE EN 1317.
A seguir, vamos explicar de forma mais ampla cada um dos parâmetros que caracterizam os sistemas de contenção:
Nível de Contenção
Refere-se à capacidade de um Sistema de Contenção para suportar a carga de impacto de um veículo.
O risco de acidentes numa via determinada, a velocidade permitida e a quantidade média de veículos pesados em cada sentido no momento da entrada em serviço, determinam a escolha do nível de contenção que uma barreira de contenção de veículos deve ter.
Neste sentido, a norma UNE EN 1317 define vários níveis de contenção, os quais são aceitos quando estes superam testes rigorosos em escala real. A relação de testes que credenciam cada nível pode ser vista nesta imagem:


Una vez estabelecido o nível de contenção, um complexo sistema de câmeras e sensores de alta performance, calibrados em laboratório, permitem definir o comportamento de um sistema de contenção através de valores concretos dos seguintes parâmetros.
Nível de Severidade de Impacto
A colisão de um veículo contra um sistema de contenção acarreta riscos para os ocupantes do veículo. O nível de severidade de impacto é definido pela gravidade dos riscos no interior do veículo.
O nível de Segurança de Impacto é calculado a partir da combinação dos seguintes valores: Impacto na cabeça (THIV) e desaceleração (ASI).
É importante destacar que, na Europa, a instalação de um sistema de contenção de severidade de impacto C não é autorizada, pois esse valor pode implicar um impacto mortal para o condutor do veículo.

Deformação do Sistema
O comportamento de uma barreira de segurança é caracterizado pelo deslocamento transversal do sistema no momento do impacto. Este é definido em testes em escala real através dos parâmetros de largura de trabalho e deflexão dinâmica.
- Deflexão Dinâmica: Refere-se ao máximo deslocamento dinâmico lateral da face do Sistema de Contenção de Veículos mais próxima ao tráfego na estrada. É medido em metros.
- Largura de Trabalho: É a distância entre a face da barreira de contenção mais próxima ao tráfego antes do impacto e a posição lateral mais distante que qualquer parte essencial do dispositivo de segurança atinge durante o impacto. A norma classifica este parâmetro de W1 a W8 com base nos metros de deslocamento.

- Intrusão de veículo: Refere-se ao máximo deslocamento lateral dinâmico da face voltada para o tráfego do sistema de contenção sem deformação. Este parâmetro é avaliado através de gravações fotográficas ou vídeos de alta velocidade, considerando uma carga hipotética com comprimento e largura iguais à plataforma do veículo e uma altura total de 4m. A norma UNE EN 1317 classifica este parâmetro de VI1 a VI5, com base nos metros de deslocamento.

Considerando as variáveis anteriores, podemos caracterizar os diversos tipos de sistemas de contenção, que se diferenciarão pelas consequências e pelos efeitos que o impacto do veículo tem sobre o veículo, os ocupantes e o próprio sistema de contenção.
Recordamos que todos os sistemas de contenção com marcação CE foram submetidos a testes em escala real nos quais foram levados em conta estes critérios.
Na Metalesa, encarregamo-nos de projetar, fabricar e instalar sistemas de contenção de veículos levando em consideração todos os critérios de aceitação ditados pela norma UNE EN 1317. Deste modo, podemos garantir a proteção das pessoas, e por isso devemos compreender perfeitamente a normativa.
Se após a leitura deste artigo ainda restar alguma dúvida a resolver sobre a normativa UNE EN 1317, recomendamos que dêes uma olhada na nossa seção de perguntas frequentes sobre os sistemas de contenção, ou se preferires, podes entrar em contato diretamente conosco, ficaremos felizes em atender à tua consulta.
A viseira de proteção de catenária: garantia da segurança na infraestrutura ferroviária
No mundo dos transportes e da mobilidade, a segurança é um fator fundamental. A nível ferroviário, onde a eletrificação é cada vez mais comum, a proteção da catenária e o bem-estar do pessoal são aspetos fundamentais. É aqui que entra em cena a viseira de proteção de catenária, uma solução que garante o bom funcionamento da infraestrutura ferroviária. Neste artigo analisaremos pormenorizadamente a forma como estas viseiras são uma peça crucial na prevenção de acidentes e danos na catenária, e veremos exemplos reais onde a sua implementação foi fundamental.
Em que é que uma viseira de proteção de catenária consiste?
A viseira de proteção de catenária é uma estrutura engenhosa e altamente efetiva, concebida tendo em vista salvaguardar o sistema de cabos elétricos que formam a catenária nas vias férreas eletrificadas. A sua conceção assemelha-se a uma viseira ou asa, e é colocada estrategicamente na parte superior da catenária junto a passagens de nível ou pontes, atuando como uma sólida barreira de proteção contra diversos elementos externos que poderiam comprometer a segurança do sistema e ocasionar interrupções no serviço ferroviário.
Qual é a sua função principal?
A função principal da viseira de proteção é salvaguardar a segurança do tráfego ferroviário e prevenir danos na catenária. Na Metalesa estamos conscientes de que, ao proteger os cabos e condutores elétricos contra eventuais impactos de vandalismo ou acidentais, se evitam acidentes e se garante um fornecimento de eletricidade ininterrupto para os comboios. É por isso que dispomos de uma vasta gama de equipamento ferroviário com diferentes soluções com as quais se poderão proteger, tanto os elementos das vias, como os utilizadores das linhas de comunicação.
Prevenção de obstruções e riscos externos
Outro aspeto crucial que a viseira de proteção aborda é a prevenção de obstruções e riscos causados por objetos externos. Por vezes, ramos de árvores, desperdícios ou inclusive objetos lançados acidentalmente a partir do tabuleiro da passagem superior podem cair sobre a catenária, o que poderia ocasionar danos nos cabos ou, no pior dos casos, provocar acidentes ferroviários. Com a viseira de proteção, estabelece-se uma barreira que evita que tais elementos interfiram com o sistema elétrico, mantendo a integridade e a segurança da infraestrutura ferroviária.
Com a implementação de viseiras de proteção, os benefícios são múltiplos. Em primeiro lugar, garante-se a integridade do sistema de eletrificação, minimizando as possibilidades de avarias e reduzindo o tempo de inatividade da infraestrutura ferroviária.
Salvaguarda da segurança do pessoal e dos utilizadores dos transportes ferroviários
A segurança é sempre uma prioridade em qualquer operação de transporte público. Com a instalação de viseiras de proteção de catenária, reduzem-se os riscos associados à exposição a elementos externos e minimiza-se a possibilidade de acidentes causados por impactos acidentais ou danos na catenária. Isto protege, tanto o pessoal ferroviário, como os utilizadores do serviço, garantindo um ambiente seguro e fiável para todos. Cumprindo assim, de forma rigorosa, as especificações estabelecidas pelo ADIF (Administrador de Infraestructuras Ferroviarias) para termos o controlo do comportamento dos utilizadores nas instalações de transportes públicos, garantindo, ao máximo, a segurança dos mesmos.
Redução de tempos de inatividade
Graças à proteção que a viseira de catenária oferece, os danos nos cabos elétricos reduzem-se de forma significativa. Como resultado disso, diminuem-se os tempos de inatividade causados por reparações e substituições frequentes, o que contribui para uma maior eficiência na operação do serviço ferroviário e uma redução de custos a longo prazo.
Mais uma vez este ano na Semana da Engenharia e Meio Ambiente | Metalesa Talentos
Mais uma vez este ano, a Metalesa esteve presente nas jornadas da Semana da Engenharia e Meio Ambiente (SICMA) que tiveram lugar na Escuela de Caminos da Universidade Politécnica de Valência de 24 a 28 de fevereiro.
Este foi o terceiro ano em que quisemos pôr a manifesto o nosso compromisso para com a formação e a geração de talento dos estudantes. Neste sentido, pretendemos aproximar experiências reais do setor da construção civil aos alunos através de diversas atividades e conferências ministradas por profissionais.
O objetivo que queremos conseguir com a nossa presença é ir ao lugar onde os futuros profissionais estão a ser formados e ministrar-lhes aspetos fundamentais relativamente à Segurança Rodoviária, de modo que os conceitos partilhados se materializem de forma eficaz no futuro desenvolvimento da sua profissão. A difusão que o evento SICMA nos proporciona ajuda-nos indubitavelmente a atingir o nosso objetivo.
O Sr. Gonzalo Arias Hofman, orador em representação da METALESA
Trata-se de uma semana de aprendizagem contínua em que se tem o privilégio de contar com a presença de bons profissionais, capazes de transmitir aos estudantes uma visão atualizada do setor. No nosso caso, tendo em vista atingir o nosso compromisso para com o talento, estamos na Metalesa a apostar, ano após ano, num painel de especialistas em matéria de segurança rodoviária para enriquecermos o conhecimento dos estudantes.
Na jornada de 26 de fevereiro, contámos com a presença do Doutor Gonzalo Arias Hofman, Engenheiro Civil e Diretor de Engenharia de Conservação na INES Ingenieros, cuja comunicação andou em torno da 'Interação dos sistemas de contenção com os tabuleiros de ponte'.
O que é a 'Metalesa Talentos'
A Metalesa Talentos é uma plataforma destinada ao desenvolvimento do conhecimento com caráter formativo e divulgativo que, no quadro da Semana da Engenharia e Meio Ambiente, tem o objetivo de potenciar o desenvolvimento do talento dos mais jovens, que serão os futuros profissionais do setor.
Tendo em vista impulsionar a inovação, a originalidade e a excelência nas disciplinas académicas relacionadas com o planeamento, a conceção, a construção e a exploração de infraestruturas de engenharia civil, a Metalesa Talentos premia os melhores Trabalhos de Fim de Licenciatura através dos Prémios Metalesa.

Novidades nos Prémios Metalesa
A nossa plataforma Metalesa Talentos aproveita a Semana da Engenharia e Meio Ambiente para a entrega dos Prémios. No entanto, este ano decidimos proporcionar uma novidade: efetuar a entrega dos Prémios no Ato de Licenciatura, um momento muito especial para todos os estudantes.
Não obstante, a situação atual de emergência médica por COVID19 obrigou a adiar o Ato. Em princípio a graduação será efetuada em 11 de setembro de forma presencial e em tal Ato efetuaremos entrega dos Prémios Metalesa.
Conclusão dos trabalhos sobre a plataforma de via da linha de Alta Velocidade no troço San Isidro-Orihuela (Alicante)
Neste mês de março de 2016 a METALESA concluiu os trabalhos de fornecimento e montagem no troço San Isidro-Orihuela (Alicante) da Linha de Alta Velocidade (AVE). Mais uma vez a METALESA concluiu com êxito a sua participação numa obra emblemática do desenvolvimento de infraestruturas ferroviárias na Espanha, garantindo a utilização do que há de melhor em equipamento de segurança rodoviária.

Os elementos e medições que foram entregues são os seguintes:
7.200 m2 de barreiras acústicas metálicas em viadutos
6.000 m de corrimões em túneis
500 m de guarda-corpos
300 m de vedação antivandalismo
500 m de cerramento na nova Estação de Callosa de Segura

Este troço, com um comprimento de 9,6 quilómetros, corresponde às obras da Linha de Alta Velocidade Madrid – Castela La Mancha – Comunidade Valenciana – Região de Múrcia, e passa pelos municípios de San Isidro, Granja de Rocamora, Cox, Callosa de Segura, Redován e Orihuela.
Tal percurso faz parte do trajeto compreendido entre Monforte del Cid (Alicante) e Múrcia, de 64,7 quilómetros de comprimento, e cujas obras já foram adjudicadas e estão em fase de execução.

Do ponto de vista da eficiência e máximo aproveitamento das novas infraestruturas, é importante que se assinale que a entrada ao serviço da ligação Monforte del Cid – Múrcia terá via dupla em bitola UIC, o que permitirá que os serviços suburbanos efetuem a ligação a Alicante, Elche, Orihuela e Múrcia.

Quando as obras de todos estes troços forem concluídas, os tempos de viagem por comboio entre Madrid e Elche, e entre Madrid e Múrcia, ter-se-ão reduzido a 2 horas e 10 minutos, e a 2 horas e 25 minutos respetivamente, cerca de 30% em relação aos tempos atuais por estrada.

A METALESA mostra a sua satisfação por continuar a colocar ao serviço do interesse geral dos cidadãos espanhóis e europeus um produto de qualidade, assim como o talento da sua equipa de profissionais. A Metalesa coloca à sua disposição a melhor equipa de segurança rodoviária e aposta firmemente em continuar a desenvolver a rede de infraestruturas ferroviárias espanholas e europeias, tendo em vista reduzir os tempos de viagem.
A METALESA estará presente na emblemática ponte sobre a Baía de Cádis
A empresa foi adjudicatária de 1.250 m2 de barreira acústica mista de 2,5m de altura, o primeiro metro dos quais será metálico e os restantes de metacrilato. Esta barreira será instalada no troço do Polígono Industrial Río San Pedro, reduzindo deste modo os ruídos causados pelo trânsito rodoviário que circule pela nova ponte.
Com esta adjudicação, a METALESA passa a fazer parte do conjunto de empresas participantes neste emblemático projeto que melhorará os acessos à cidade e a sua ligação à Baía contribuindo, além disso, para o desenvolvimento económico e social de Cádis e do seu porto. Além disso, temos um fabrico de painéis antirruído de qualidade insuperável.
A Segunda Ponte é atualmente a infraestrutura mais importante em construção, não só na Espanha, mas também em toda a Europa. É a ponte suspensa com caminho de ferro com maior vão do mundo. A seguinte é a Ponte Tianxingzhou, na China (504 metros) e a terceira, a Ponte Oresund, que une a Suécia à Dinamarca (490 metros).
A METALESA É PME INOVADORA
A METALESA recebeu o reconhecimento do Ministério da Ciência, Inovação e Universidades pelo seu esforço contínuo em I+D+i com o selo PYME INNOVADORA.
A nossa empresa tem uma longa história de inovação avalizada por um catálogo de produtos e serviços moderno e dinâmico. Cada ano, a nossa equipa desenvolve e lança no mercado novas ideias alinhadas com a nossa missão de proporcionar à sociedade produtos seguros e de alta qualidade.
Este esforço tem vindo a ser premiado anualmente com a obtenção de Relatórios Motivados Vinculativos emitidos pelo Ministério da Economia e Competitividade, o que acredita um investimento real em projetos tecnologicamente avançados e desafiadores que nos posicionam como uma empresa de referência a nível europeu.

Continua a aumentar a procura de Transições entre guardas de segurança META13/16 e barreira de betão
A METALESA concluiu os trabalhos de fabrico e montagem dos sistemas de contenção de veículos concebidos para o viaduto no trajeto de Aix-Noulette em França. Além de 170 metros de guarda de segurança metálica META16 com nível de contenção H3, foram instaladas 4 unidades de Transição META16 com barreira de betão, produto único desta natureza que foi ensaiado à escala real por uma empresa espanhola de segurança rodoviária.
Este produto representa uma aposta de há alguns anos da METALESA para dar solução a um dos principais pontos negros das estradas europeias, as uniões entre sistemas com diferentes níveis de contenção. A empresa trabalha há anos noutras soluções para abranger o maior leque possível de transições.

O que é um estudo acústico e porque é que é tão necessário
La contaminación acústica es un problema de actualidad al que nos enfrentamos día a día. Sus efectos nocivos impactan tanto en el bienestar de las personas como en el medioambiente, por ello la sociedad en su conjunto está tomando más conciencia de ello, y no es de extrañar que el marco legislativo y normativo europeo esté forzando a las autoridades públicas a implantar las medidas necesarias para garantizar nuestro bienestar. Una de estas medidas es la realización de estudios acústicos en proyectos a través de herramientas avanzadas de mapas de ruido para medir la contaminación acústica de una zona concreta y adoptar las soluciones correctas y optimizadas. Los estudios acústicos ambientales pueden llevarse a cabo en carreteras e infraestructuras urbanas con la finalidad de determinar si cumplen con la normativa acústica.
A contaminação acústica e os seus efeitos na população foram um fator geralmente ignorado no planeamento urbano de muitas cidades, salvo em casos muito evidentes. Na Espanha muitas áreas residenciais têm problemas deste tipo, devido ao assentamento de urbanizações em zonas próximas de infraestruturas de transporte ou indústrias. Em resposta a este problema, é habitual os residentes juntarem-se em associações de moradores que procuram exercer pressão na administração pública para que dê solução às suas reclamações.
A contaminação acústica em urbanizações afeta, portanto, a saúde das pessoas e o meio ambiente em geral, fauna e flora. Mas não é apenas isso. Também acarreta efeitos económicos. O preço de uma habitação numa área residencial com contaminação acústica grave pode chegar a afetar o preço do imóvel até 30%, dado que os eventuais compradores relacionam o ruído com uma menor qualidade de vida e, portanto, estão dispostos a investir menos. No caso do aparecimento de ruídos posteriormente à colocação da urbanização ao serviço, esta poderia ser desvalorizada e o investimento dos residentes muito afetado.
O nosso conhecimento como fabricantes de soluções acústicas, juntamente com as capacidades complementares dos nossos colaboradores, permite-nos dar resposta e solução a todas as questões relativas à contaminação acústica.
Na Metalesa, tendo em vista oferecer os nossos serviços acústicos, subcontratamos tais estudos acústicos às melhores empresas do setor. Para começar, é importante que se distingam os dois tipos de estudos acústicos existentes:
Estudos acústicos de edificação
Estão destinados à melhoria técnica do som de um local. Este tipo de estudo não faz parte da nossa oferta de serviços.
Estudos acústicos ambientais
São estes os estudos que efetuamos na Metalesa, onde se tenta avaliar o som que se propaga no ambiente exterior representando-o através de mapas de ruído. Neste tipo de estudo encontramos duas categorias:
- Projetos de infraestruturas ou instalações: Normalmente qualquer projeto de nova estrada, caminho de ferro ou de uma grande indústria costuma incluir um estudo acústico para se medir o impacto sonoro temporário ou permanente que será provocado na zona, e ver se seria necessário tomar medidas através de barreiras acústicas.
- Projetos de urbanização: Os novos desenvolvimentos urbanísticos devem passar por uma avaliação do nível de ruído que provocam, dado que pode afetar os edifícios ou as habitações da zona. No caso em que o estudo acústico determine que se ultrapassa o nível de ruído estabelecido, ter-se-á que proceder ao isolamento acústico das fachadas.
Além disso, também nos parece importante destacar que existem dois tipos de ruídos que podem ser analisados: por um lado, o ruído aéreo, transmitido pelo ar e proveniente de fontes sonoras como equipamentos de música, extratores de fumo ou equipamentos de refrigeração; é o tipo de ruído do qual nos encarregamos a partir da Metalesa. Por outro lado existe o ruído estrutural, transmitido por vibrações da estrutura.

Qual é o processo de um estudo acústico a seguir?
- Primeiramente deve-se determinar se a zona a estudar está submetida a contaminação acústica, e se por este motivo seria necessário instalar barreiras acústicas para reduzir ou atenuar o ruído.
- Em seguida, os especialistas acorrem à zona com os seus equipamentos de medição. Trata-se de avaliar o nível do som e determinar se está dentro ou fora do que a norma permite. O tempo necessário para a execução do estudo é muito variável, de uma ou duas horas a inclusive deixar os equipamentos ligados a medir o som durante várias horas, podendo determinar a variabilidade dos níveis de ruído no tempo. Este estudo acústico depende de muitos fatores, e todos eles são tidos em conta na hora de medir o impacto sonoro e determinar um resultado. Por exemplo, se a zona a estudar é um túnel fechado, ou se é uma zona de estrada com habitações nas proximidades, se estas habitações são altas ou baixas, etc. São fatores que devem ser tidos em consideração para a viabilidade do estudo acústico e a avaliação dos seus resultados.
- Através dos estudos acústicos obtêm-se mapas de ruído, cuja leitura permite normalmente a oferta de uma ou mais soluções. No caso em que os indicadores mostrem que é necessário reduzir o ruído da zona, instalar-se-ão as barreiras acústicas para o diminuir ou amortecer. Depois de instaladas, os especialistas voltarão para verificarem o impacto das barreiras antirruído e verificarem se o problema acústico foi solucionado.
Deve-se destacar que não podemos efetuar apenas estes estudos em zonas de estrada ou urbanas; também podem ser efetuados estudos acústicos em locais públicos muito frequentados.
Dois tipos de barreiras acústicas
No caso em que o estudo acústico conclua que os níveis de ruído estão acima do estabelecido, na METALESA encarregamo-nos de instalar as barreiras para que as ondas sonoras ressaltem ou sejam absorvidas. Podemos distinguir dois tipos:
Barreiras refletoras
Utilizam-se em zonas em que num lado da barreira não há nada; por isso, fazem ressaltar o som para esse lado.
Barreiras absorventes
Estas barreiras são utilizadas quando nos dois lados há habitações, edifícios ou qualquer infraestrutura. Neste caso o ruído não ressalta, mas é atenuado e dissipado mediante a absorção. O som que entra na barreira converte-se em movimento, o que faz vibrar o material que compõe a barreira, que costuma ser lã de rocha. É este material que permite a atenuação do ruído.

A execução de estudos acústicos é obrigatória?
A execução de um estudo acústico é obrigatória para todos os locais que provoquem ruídos que geram níveis de pressão sonora superiores a 70dBA. Estes lugares podem ser bares, ginásios, cinemas, salões de jogos, oficinas de carpintaria, oficinas de auromóveis, discotecas, etc. As especificações de cada local estão registadas nas ordenanças municipais.
Quanto às zonas de estrada, como dissemos anteriormente, o mais usual é que sejam efetuados estudos acústicos em projetos recentemente criados.
Não há dúvida de que a execução de um estudo acústico é uma forma de se velar pelos requisitos legais, pela segurança das pessoas, pelo meio ambiente e pelas próprias infraestruturas. Caso seja necessário, com a instalação das nossas barreiras acústicas tentamos dar solução à contaminação acústica que afeta determinadas zonas. Não hesite em contactar-nos se desejar efetuar um estudo acústico. Juntamente com as nossas empresas fornecedoras de confiança, encarregar-nos-emos de efetuar todo o processo do início ao fim.
O que é a norma UNE EN 1317?
Na Metalesa a nossa missão está muito clara: velar pela segurança do que mais nos importa; as pessoas. Por este motivo, garantimos que os nossos produtos cumpram as normas estabelecidas. A seriedade e o profissionalismo são o que nos define. As nossas guardas de segurança foram submetidas a ensaios à escala real em laboratórios acreditados com base na norma UNE EN 1317.
O que é a norma UNE EN 1317?
Trata-se de uma norma estabelecida em 1 de janeiro de 2011 pela União Europeia que certifica a qualidade e a segurança dos sistemas de contenção de veículos. Baseia-se em submeter estes sistemas como, por exemplo, guardas de segurança ou rails, a uma metodologia de ensaio, seguindo critérios específicos e homologáveis em toda a Europa. Entre muitas outras coisas, a norma UNE EN 1317 harmoniza os ensaios de impacto simulando acidentes à escala real que envolvem veículos, manequins como condutores e o próprio sistema de contenção. Desta forma, avalia-se tanto o comportamento do sistema como se este sistema de contenção é seguro para os próprios condutores.
A configuração de cada ensaio varia totalmente em função do nível de contenção que se esteja a ensaiar. Varia desde o veículo envolvido até à velocidade de impacto, entre 50 e 80 km/h, ou o ângulo de incidência, que costuma ser de 20º. Após o impacto avaliam-se os danos, tanto do sistema de contenção, como do reforço sobre o qual se ancorou, como dos manequins. Desta análise conclui-se um conjunto de parâmetros técnicos que caracterizam o comportamento do sistema, deflexão dinâmica, largura de trabalho, índice de severidade e índice de intrusão.
Sendo assim, o que é exatamente um sistema de contenção?
Um sistema de contenção de veículos é uma barreira que pode ser fabricada com vários materiais, e que é utilizada para diminuir as consequências de um acidente na estrada. Os metálicos têm a vantagem de absorver uma grande parte da energia cinética do choque e favorecem a recondução da trajetória do veículo. Por este motivo, a severidade do impacto é muito menor, demonstrando assim uma grande contribuição para a segurança rodoviária. No entanto, por vezes as circunstâncias da via exigem um sistema de betão com menor capacidade de absorção e menor deformação. Em geral, costumam ter uma maior afetação nos ocupantes do veículo. Cabe às administrações públicas nacionais, regionais ou municipais estudar e decidir em que pontos das suas estradas ou ambientes urbanos é mais urgente instalar sistemas de contenção de veículos com base na perigosidade dos troços e em antecedentes de sinistralidade.
Fatores a analisar aplicando a norma UNE EN 1317
Durante a execução dos ensaios à escala real em laboratório acreditado analisa-se um conjunto de parâmetros que caracterizam cada sistema de contenção.
Nível de contenção
Indica a capacidade de um SCV de suportar a carga de impacto de um veículo. A seleção do nível de contenção que uma barreira de segurança a instalar nas margens de uma estrada deve ter dependerá do risco de acidentes, que por sua vez é definido pela velocidade da via e pelo valor de intensidade média de veículos pesados em cada sentido no momento da colocação ao serviço.
Gravidade do impacto
O impacto de um veículo contra um SCV implica riscos evidentes para os seus ocupantes. A gravidade destes riscos no interior do habitáculo é determinada mediante o nível de severidade de impacto. Este é calculado a partir da combinação dos valores de desaceleração (ASI) e de impacto na cabeça (THIV).
Deformação do sistema
O comportamento de um SCV caracteriza-se pela deslocação transversal do dispositivo durante o impacto. Este fica definido nos ensaios através dos parâmetros de deflexão dinâmica (D), largura de trabalho (W) e índice de intrusão (VI).
Na nossa web dedicamos espaços concretos ao esclarecimento de qualquer dúvida que possa existir sobre a norma UNE 1317.
Além disso, na nossa secção de perguntas frequentes dedicada a guardas de segurança metálicas antecipamos as questões que normalmente recebemos de empresas de engenharia ou de construção sobre a interpretação da norma.
A norma UNE EN 1317 aplicada aos nossos produtos
Guardas de segurança
As nossas guardas de segurança são barreiras metálicas de segurança que se instalam tendo em vista atuar como sistemas de contenção de veículos. Comercializamos muitos modelos diferentes que foram submetidos aos ensaios oportunos para podermos certificar a norma UNE EN 1317 e que, portanto, acreditam a marcação CE.
Na nossa web podem-se visualizar os vídeos dos ensaios efetuados como, por exemplo, o da guarda de segurança metálica META16 de nível de contenção H3.
Também concebemos, desenvolvemos e comercializamos transições entre sistemas de contenção com marcação NF depois de terem superado com êxito ensaios em laboratório em conformidade com a norma francesa NF 058. Deve-se ter em conta que a UNE EN 1317 carece de concreção para se avaliarem e acreditarem com marcação CE as transições entre guardas de segurança entre si, ou entre guardas de segurança e outros tipos de barreiras.
Guardas de segurança H2 e H3, guardas de segurança urbanas e mistas, barreiras de proteção… São alguns dos nossos produtos cuja finalidade principal consiste em garantir a segurança rodoviária.
Guarda-corpos e vedações
Os guarda-corpos e vedações que fabricamos e instalamos seguem altos padrões de qualidade, para podermos oferecer a máxima proteção possível, tanto em estrada como em vias urbanas. Além disso, todos eles são submetidos a um tratamento de proteção contra a corrosão.
Tal como no caso das guardas de segurança, os guarda-corpos e vedações também são sistemas de contenção concebidos e calculados nos nossos departamentos de I+D+i e de Cálculo de Estruturas seguindo parâmetros traçados pela regulação europeia em vigor. Temos uma grande variedade destes produtos para nos adaptarmos às exigências que o setor da segurança rodoviária requer:
Guarda-corpos: De aço, aço inoxidável, com cabo e com chapa perfurada.
Vedações: Metálicas, antivandalismo e eletrossoldadas.
Com tudo isto, é evidente que os sistemas de contenção de veículos não podem faltar nas nossas estradas, e também não pode faltar uma norma como a UNE EN 1317 que se encarregue de regular e garantir o seu cumprimento correto. Na Metalesa encaramos muito a sério a segurança rodoviária a partir de um olhar eficiente e inovador, que nos leva a continuar a crescer e apostar no que é melhor.
Gostaria de obter mais informações sobre a Norma UNE EN 1317 e os nossos produtos de segurança rodoviária? Não hesite em contactar-nos












