Barreiras de segurança rodoviária: Tipos, normas e a importância da certificação para projetos públicos

As barreiras de segurança rodoviária, tecnicamente designadas sistemas de retenção de veículos (SRV), são peças essenciais da infraestrutura moderna. Foram concebidas para proteger condutores, peões e ciclistas, reduzindo a gravidade das colisões e evitando saídas de via ou impactos contra obstáculos perigosos. Em Espanha e no resto da Europa, a sua instalação é regida por normas rigorosas que garantem desempenho e certificação — aspetos decisivos em obras públicas.

A escolha do sistema adequado depende de fatores como o tipo de estrada, o volume de tráfego, o contexto (urbano, interurbano, túneis, pontes) e o nível de contenção exigido pela regulamentação. Eis os principais tipos:

Barreiras Metálicas (Guardrail)

As barreiras metálicas, vulgo guardrails, são geralmente produzidas em aço galvanizado a quente, o que lhes confere elevada resistência à corrosão e longa durabilidade. São sistemas flexíveis: deformam-se com o impacto para absorver e redistribuir a energia, reduzindo as lesões dos ocupantes. São indicadas para estradas convencionais e autoestradas, sobretudo em troços com declives, taludes ou zonas arborizadas. Entre as vantagens contam-se o custo competitivo, a facilidade de montagem e reparação e a grande versatilidade. Requerem, porém, espaço de segurança atrás da instalação para permitir a deformação (largura de trabalho).

Barreiras de betão

Executadas em betão armado ou pré-esforçado, muitas vezes com juntas de encaixe para garantir continuidade, são sistemas rígidos que praticamente não se deformam. A sua função é reter e redirecionar o veículo para a faixa de rodagem. Utilizam-se em autoestradas e vias de elevada capacidade, bem como em pontes, viadutos e túneis, onde não existe margem lateral para deformações.

Têm como principais vantagens a durabilidade muito elevada e a reduzida necessidade de reparações após impacto. Em contrapartida, tendem a transmitir maior severidade de impacto aos ocupantes do que as soluções flexíveis.

Barreiras mistas

Combinam base em betão e elementos metálicos superiores, procurando equilibrar rigidez e capacidade de absorção de energia. Foram comuns em contextos urbanos com tráfego misto (ligeiros e pesados) e em vias rápidas próximas de áreas habitadas. Contudo, têm vindo a cair em desuso, já que muitos destes sistemas deixaram de estar certificados segundo as normas em vigor desde 2011. À época, surgiram para colmatar limitações das barreiras de betão, nomeadamente a altura.

Sistemas de proteção para motociclistas

Os postes verticais dos guardrails constituem um risco crítico para motociclistas em caso de queda. Para reduzir esse perigo, surgiram os sistemas de proteção para motociclistas (SPM), que acrescentam um painel contínuo na parte inferior do guardrail.

Fabricados em aço, polímeros de alta resistência ou soluções híbridas, criam uma superfície lisa que evita que o corpo deslize por baixo da barreira e embata nos postes. Na prática, “conduzem” o motociclista ao longo da barreira, reduzindo a probabilidade de impactos nos pontos mais agressivos. São prioritários em troços com elevada sinistralidade de motos, curvas perigosas e estradas de montanha. Estudos têm demonstrado reduções significativas na gravidade e frequência das lesões com a sua aplicação.

Vedações e sistemas para peões

Destinam-se a proteger utilizadores vulneráveis — peões e ciclistas — e a organizar fluxos em meio urbano.

São produzidos em aço, alumínio ou metacrilato e cumprem requisitos de acessibilidade e altura mínima de proteção. Instalam-se em passeios junto a vias de tráfego intenso, passagens de peões elevadas e zonas de grande afluência, aumentando a segurança e ajudando a ordenar a circulação pedonal.

Normas de referência

Na União Europeia, a norma EN 1317 estabelece o quadro de referência para características, requisitos e ensaios das barreiras. Garante critérios de segurança consistentes entre Estados-Membros e facilita a validação e comparação de soluções no mercado europeu.

Principais parâmetros definidos pela norma:

Nível de contenção: capacidade da barreira para travar veículos de diferentes massas, velocidades e ângulos de impacto. Por exemplo, H2 contempla a contenção de um autocarro de 13 toneladas; N2 aplica-se a automóveis de 1,5 toneladas a velocidades intermédias. Cada país define como selecionar o nível adequado consoante o tipo de estrada, a IMD e o perfil de veículos.

Deflexão dinâmica (D): deslocamento máximo da face frontal da barreira durante o impacto.

Largura de trabalho (W): recuo máximo do sistema no impacto; crítica para garantir que o veículo não colide com obstáculos, estruturas ou peões atrás do SRV.

Intrusão do veículo (Vi): projeção da trajetória de uma “caixa” de camião com 4 metros após o choque; especialmente relevante em estruturas onde essa intrusão possa atingir elementos estruturais, como em pontes estaiadas.

Gravidade do impacto (A, B, C): avaliação da proteção dos ocupantes através das forças a que estão sujeitos; a classe A é a mais segura.

A aprovação nos ensaios prescritos pela EN 1317 permite a marcação CE, obrigatória desde 2011 para comercialização e instalação de barreiras em obras públicas. Esta certificação comprova o cumprimento dos ensaios europeus e valida o produto perante as administrações públicas em processos de licitação e homologação

Ensaios de impacto e validação técnica

Antes da instalação, as barreiras são testadas em escala real, em laboratórios acreditados, com veículos de massas, dimensões e velocidades definidas pela EN 1317. Avaliam-se três aspetos principais:

Contenção e redirecionamento: impedir a travessia do sistema ou o capotamento e conduzir o veículo, de forma controlada, de volta à faixa de rodagem.

Deformação dinâmica e absorção de energia: medir quanto o sistema se desloca e quanta energia absorve, definindo o espaço de segurança necessário a montante.

Segurança dos ocupantes e integridade estrutural: analisar acelerações no interior do veículo e a estabilidade do sistema após o impacto. Uma barreira certificada deve proteger no primeiro choque e manter desempenho adequado até ser reparada.

Os relatórios desses ensaios são essenciais para obter a marcação CE e, por conseguinte, para fornecer barreiras a projetos públicos.

Certificação em projetos públicos

Nos concursos públicos, o cumprimento da EN 1317 não é facultativo: é um requisito. Para além das obrigações legais, a certificação acrescenta valor às empresas do setor, reforçando a confiança das administrações e dos utilizadores e garantindo competitividade num mercado cada vez mais exigente.

Importa notar que a marcação CE da EN 1317 não é a única ferramenta de avaliação de sistemas de retenção. Há casos em que se instalam soluções não certificadas — por exemplo, certas transições entre SRV ou terminais — porque nem sempre houve consenso regulatório para publicar normas para todos os componentes. Isso não significa ausência de avaliação: muitos destes elementos são analisados com rigor e podem ser adotados quando constituem a melhor solução disponível ou quando não existem alternativas com marcação CE viáveis no mercado.

As barreiras de segurança rodoviária não são meros equipamentos: são componentes estratégicos para reduzir acidentes e salvar vidas. A seleção correta, a instalação adequada e a certificação asseguram não só o cumprimento das normas, mas também a viabilidade técnica e económica dos projetos públicos e privados. Optar por sistemas certificados é investir em segurança, sustentabilidade e confiança.


Menos um ponto negro nas nossas estradas: diferenças entre terminais e amortecedores de impacto

Los accidentes por salida de la calzada pueden suponer daños, no sólo al vehículo que impacta y sus ocupantes, sino a las personas o instalaciones situadas en las proximidades de la carretera, o incluso a los vehículos que circulan por otras vías cercanas.

Os acidentes por saída da estrada podem implicar danos, não só no veículo que impacta e nos seus ocupantes, mas também nas pessoas ou instalações situadas nas proximidades da estrada, ou até mesmo nos veículos que circulam por outras vias próximas.

Cerca de 40% das mortes nas estradas devem-se a saídas da via. Uma forma efetiva de reduzir esta percentagem tão alarmante é a instalação de sistemas de contenção. Também conhecidos como barreiras de contenção, trata-se de dispositivos localizados à margem ou na berma da estrada, e que procuram atenuar as consequências dos acidentes quando estes ocorrem. Impedem quedas por declives acentuados, impactos contra obstáculos ou a invasão de outras vias de circulação. Quando a saída da via ocorre, o veículo impacta contra o sistema de contenção, que o deve reconduzir à faixa, conseguindo uma redução do número de acidentes graves.

Existem diferentes tipos de sistemas de contenção. Mais concretamente, neste artigo vamos centrar-nos na função dos terminais de impacto e dos amortecedores de choque ou atenuadores de impacto, mas primeiramente vamos fazer uma breve revisão de outros tipos de sistemas de contenção existentes para estradas.

 

Tipos de sistemas de segurança para estradas

  • Guardas de segurança: são barreiras de contenção de veículos especialmente concebidas para serem instaladas sobre pontes, obras de passagem ou muros de sustentação no lado do desnível. As nossas guardas de segurança metálicas, a guarda de segurança META13 e a guarda de segurança META16, superaram todos os ensaios de choque necessários à escala real de acordo com a regulação europeia UNE EN 1317, de forma que acreditaram parâmetros de comportamento excelentes.
  • Transições: A instalação de transições para estradas permite a união entre sistemas de contenção de naturezas diferentes, isto é, liga duas barreiras de segurança de diferente secção transversal ou diferente nível de contenção como, por exemplo, uma guarda de segurança metálica e uma barreira de betão do tipo GBA.
  • Rails: são barreiras com menor nível de contenção de que existem por sua vez numerosos modelos.

 

Terminais de rail e amortecedores de impacto. Quais é que são as suas diferenças?

As barreiras de segurança chamadas rails costumam terminar nas suas extremidades com fórmulas de abatimento do terreno. Em situações concretas de acidente com perda de controlo e saída de via, este mecanismo de terminação pode representar um risco grave para os veículos e os seus ocupantes. Por exemplo, um veículo descontrolado pode investir contra o rail e este perder a sua ancoragem ao terreno, atravessando o veículo como uma lança. Outras vezes existe o risco de o veículo sair projetado para o ar perdendo o contacto com o pavimento e acabando normalmente por rolar. Em ambos os casos, os acidentes costumam ser da máxima gravidade e provocar o falecimento dos seus ocupantes.

Para se atenuar este tipo de situações, temos dois tipos de produtos, semelhantes entre si, mas com claras diferenças, os terminais de impacto e os amortecedores de choque ou de impacto, dispositivos de segurança rodoviária indubitavelmente muito necessários para se evitar que os acidentes por colisão tenham um desenlace fatal.

As principais diferenças entre ambos são duas:

  • Os amortecedores de impacto têm marcação CE, enquanto os terminais não a têm. Os primeiros são regulados pela norma europeia EN 1317-3, enquanto os segundos só têm uma pré-norma que não está em vigor, a prEN 1317-7.
  • Os terminais, tal como o seu próprio nome indica, estão inerente e solidariamente unidos a um rail, são uma forma correta de terminação. Mas não se podem instalar nem atuam sozinhos, por si mesmos. No entanto, os atenuadores ou amortecedores de choque podem ser instalados e trabalhar isoladamente, simplesmente para proteger contra a colisão frontal com um obstáculo.

Terminais de impacto para estradas

Os terminais de impacto para estradas, também chamados terminais de rail ou terminais de barreiras de segurança, são sistemas de contenção que se colocam nas extremidades dos rails nas estradas. Estes dispositivos têm uma alta capacidade de deformação para absorverem a energia do impacto do veículo e, deste modo, fazerem com que o choque não tenha consequências tão graves.

Na Metalesa dispomos de uma gama de terminais de segurança rodoviária que cobre qualquer tipo de via e condições de tráfego. Todos superaram de forma satisfatória os ensaios acreditados em conformidade com a pré-norma europeia prEN 1317-7.

Sem entrarmos em muitos detalhes, algumas das vantagens destes terminais de impacto são as seguintes:

  • Permitem a união a um rail de onda dupla ou tripla, com alternativas de cimentação, tipo de terreno e ancoragens.
  • Aplicável tanto a rail de um como dois lados.
  • Ausência de risco de intrusão de componentes do produto face ao impacto.
  • Componentes comuns entre modelos facilitam a disponibilidade de stock e o fornecimento ágil de qualquer modelo.

Fabricamos e instalamos os seguintes modelos de terminais de rail:

Modelo T50 – 50KM/H

Este terminal de impacto é utilizado sobretudo nos ambientes urbanos, em zonas em que a velocidade máxima permitida seja inferior a 50 Km/H.

Modelo P2 – 80KM/H

O terminal de rail P2 é instalado em estradas em que a velocidade permitida não seja superior a 80 Km/H.

Modelo P4 – 110KM/H

Este terminal de segurança rodoviária foi concebido para ser instalado em vias de alta velocidade. Dispomos de vários modelos homologados de ancoragem ao terreno, tanto para piso de betão, como para piso de terra.

Amortecedores de impacto ou atenuadores de choque

Um amortecedor de choque é um sistema de contenção ligeiramente mais complexo. Composto por um maior número de componentes do que o terminal de impacto, que lhe conferem uma maior capacidade de deformação para absorver energia e travar um impacto. Tal como dissemos anteriormente, os amortecedores de impacto podem ser instalados isolados, sem ligação a um sistema de contenção do tipo guarda de segurança ou rail. Localizações habituais são bifurcações, saídas de vias rápidas, etc.

Não há dúvida de que o amortecedor de impacto é um dos dispositivos que mais vidas pode salvar. Com efeito, estes dispositivos são capazes de evitar até 80% das mortes na estrada por choque frontal. Por isso, não é de estranhar que desde 1989, ano em que começaram a ser implantados na Espanha, a instalação dos amortecedores de impacto tivesse ficado totalmente normalizada, contrariamente aos terminais que estão a começar a ser consolidados nos últimos anos.

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O amortecedor de choque, um sistema de segurança rodoviária de estrutura complexa

O amortecedor de choque ou amortecedor de impacto apresenta uma estrutura complexa, em forma de meccano, apoiada na base por um muro de betão, e formada por "painéis de aço telescópicos" que, quando o impacto ocorre, se introduzem uns nos outros, fazendo com que a maior parte da energia do choque seja absorvida de uma forma controlada. Deste modo, por um lado, minimiza-se a devolução de energia ao veículo, o qual se deforma muito menos do que no cenário de impacto contra um muro rígido sem capacidade de deformação. E por outro lado, impede-se o reencaminhamento do veículo para a via, atenuando as consequências do envolvimento de outros veículos.

Instalação dos atenuadores de impacto e as suas vantagens

Os amortecedores de choque são instalados nos pontos negros das estradas ou passagens de nível para diminuírem os danos que podem ser provocados, tanto no veículo, como nos seus ocupantes. Antes da instalação de um amortecedor de choque nas estradas, deve-se analisar muito bem a localização. Os lugares mais indicados para a instalação dos atenuadores de choque são pontos com altas percentagens de acidentes frontais, protegendo obstáculos como bifurcações, saídas de vias rápidas, pilares de pontes ou barreiras.

Na Metalesa encarregamo-nos de instalaramortecedores de impacto homologados em conformidade com a norma UNE EN 1317-3, que define as condições de ensaio para se obter a marcação CE.

Quanto às suas vantagens como produto, podemos destacar as seguintes:

  • Variedade de modelos paralelos, largos e semilargos (0,3 – 2,3 m)
  • O amortecedor de choque permite qualquer tipo de transição para barreira existente. Opções aprovadas para permitirem a união a rail de onda dupla ou tripla
  • O atenuador de impacto pode ser instalado sobre laje de betão ou diretamente sobre o terreno, mantendo todas as suas prestações contempladas na
  • marcação CE.
  • Componentes comuns entre modelos de amortecedores de choque facilitam a disponibilidade de stock e o fornecimento ágil.
  • Em caso de impacto é totalmente reutilizável e de reparação fácil.
  • Ausência de risco de intrusão de componentes do produto face ao impacto.

A Metalesa levou a cabo projetos importantes com a instalação de sistemas de contenção, tanto de terminais como de amortecedores. A nossa empresa oferece a mais vasta gama do mercado. Isto demonstra a importância e o compromisso que temos com a melhoria contínua das estradas. Se quiserem mais informações, podem contactar-nos ligando para o nº. 96 088 99 44 ou enviando um e-mail para metalesa@metalesa.com.


Vedações de segurança para parques e escolas

A consciencialização para a segurança rodoviária é um assunto que deve interessar a todo o tipo de grupos: condutores, peões, idosos, ciclistas e logicamente, as crianças, que muitas vezes estão pouco conscientes do perigo que certas situações constituem. Neste sentido, é importante que se eduquem os mais pequenos em matéria de Segurança Rodoviária, sem esquecermos que lugares como escolas e parques infantis devem adotar medidas de segurança para evitarem acidentes.

Como sabem, a proteção é a nossa meta, e no artigo de hoje falar-lhes-emos sobre a forma como nos encarregamos de minimizar os riscos para as crianças, graças às nossas vedações de segurança.

Vedações de segurança para parques infantis

É habitual os parques infantis estarem perto de estradas. Por isso, é necessário um cuidado extremo para proteger as crianças enquanto desfrutam e para aumentar a tranquilidade dos pais.

As vedações nos parques infantis são instaladas para se evitar que as crianças saiam da zona delimitada para brincar, especialmente se no outro lado houver zonas de trânsito rodoviário. Além disso, as vedações de segurança também evitam a entrada no recinto infantil de cães ou gatos, que se não forem vigiados podem ser perigosos para os mais pequenos.

A instalação correta da vedação de segurança para parques infantis é fundamental, pois em caso negativo poder-se-ia converter em mais um elemento de risco.

Requisitos de segurança das vedações para parques infantis

As vedações de segurança são um elemento ativo de segurança nos parques infantis; por isso, devem satisfazer uma série de requisitos para serem 100% efetivas:

  • É recomendável que a altura mínima da vedação seja de 80 cm em relação ao nível do chão.
  • Procurar fazer com que não tenha elementos perfurantes ou que sobressaiam.
  • Evitar formas que possam causar agarramentos.
  • As arestas e os cantos das vedações de segurança devem ser suaves, não cortantes.
  • A instalação das infraestruturas que formam o parque infantil, isto é, os baloiços, os escorregas, etc. devem estar a uma distância mínima de 2 metros em relação às vedações de segurança.

Além disso, também é importante que se garanta que a instalação da vedação para parques é efetuada corretamente. Se a vedação de segurança for instalada em areia ou terra, recomenda-se que seja ancorada sobre laje de betão, mediante placas de ancoragem com furos.

Apresentamos em seguida alguns exemplos, mas na Metalesa encarregamo-nos de ajustar as necessidades e requisitos do projeto de forma personalizada.

Vedações de segurança para escolas

Contrariamente aos parques infantis, nas escolas os pais não estão presentes para vigiarem os seus filhos. Os professores encarregam-se de velar pela segurança de centenas de crianças, mas é impossível uma vigilância personalizada. Por isso, é necessário instalar vedações de segurança para escolas.

O ideal é fechar toda a escola com vedações de uma altura considerável, sobretudo quando se trata de uma escola frequentada por alunos, tanto da infantil, como da primária ou secundária; uma vedação de 80 centímetros de altura já não será suficiente para evitar que os alunos mais crescidos saiam para a rua e ponham a sua segurança em risco.

Agora é o momento ideal para se remodelarem as vedações de segurança em escolas https://metalesa.com/categoria-producto/barandillas-y-vallas/ tendo em vista o início do novo ano letivo em setembro.

Tipos de vedações de segurança para escolas e parques infantis

Na Metalesa temos uma vasta gama de vedações para escolas e parques infantis. Todas garantem uma longa duração, pouca manutenção e, o que é mais importante, satisfazem todas as garantias de segurança para os mais pequenos.

Vedações metálicas

As nossas vedações metálicas para escolas podem ser de diversas classes e formas, e foram especialmente concebidas para garantirem a proteção ou fecharem qualquer tipo de recinto, neste caso as zonas escolares.

Delimitam o espaço de forma que são muito efetivas para evitarem que as crianças possam sair do recinto em horário letivo.

Vedações e cerramentos

Este tipo de vedações é utilizado para fechar as zonas em que possa ocorrer algum tipo de infração de segurança. Neste sentido, não só são utilizadas para se evitar que as crianças saiam das zonas escolares, mas também para a limitação do acesso a pessoas alheias à escola, especialmente à noite, garantindo a proteção, tanto das pessoas, como das próprias instalações do recinto.

Temos vários modelos, mas podemos fabricar conceções à medida solicitadas pelos nossos clientes.

Guarda-corpos de aço

As vedações de aço para escolas e parques infantis são sistemas de contenção ideais para garantirem a segurança dos mais pequenos. Instalam-se facilmente e, além disso, se o cliente quiser, podemos personalizá-las com a cor que seja necessária para que se integrem na estética da zona.

Guarda-corpos de aço inoxidável

O acabamento estético dos guarda-corpos de aço inoxidável torna-as ideais para qualquer tipo de zona urbana, como é o caso dos parques infantis. No nosso catálogo temos à disposição dos nossos clientes uma grande variedade de conceções únicas e atrativas que se adaptam a todo o tipo de ambientes.

Na Metalesa, preocupamo-nos em garantir a Segurança Rodoviária em todos os sentidos, e as crianças são, sem dúvida, um dos grupos a que prestamos mais atenção. Além de conceber, fabricar e instalar vedações de segurança para parques infantis e escolas, também consideramos que é fundamental que se fomente a educação dos mais pequenos em Segurança Rodoviária, pois desta forma reduziremos o risco da ocorrência de eventos graves neste tipo de recintos.

Se quiser pedir-nos um orçamento para a instalação de vedações de segurança para escolas e parques infantis, não hesite em contactar-nos. Ligue-nos para o nº. 96 088 99 44 ou envie-nos um e-mail para metalesa@metalesa.com.

 


Tipos e aplicações de equipamento ferroviário

Desde a nossa origem, na Metalesa sempre nos preocupámos com a segurança. Tanto em ambientes urbanos como em estradas, trabalhámos sempre para oferecermos os melhores produtos com os quais se possam manter a salvo os peões e os veículos. Mas a nossa área de atuação não fica por aí; também temos uma vasta experiência em produtos de equipamento ferroviário, e é nisto que gostaríamos de centrar o artigo de hoje para que saiba um pouco mais sobre tudo o que podemos fazer pelo seu projeto ferroviário.

Produtos e regulação em matéria de segurança ferroviária

Tal como acontece com qualquer produto, existe uma regulação de segurança ferroviária que se deve cumprir. No caso do equipamento ferroviário, isto corresponde principalmente aos administradores das infraestruturas (ADIF na Espanha ou SNCF na França). Na Metalesa estamos a trabalhar há muitos anos na implementação da rede ferroviária de alta velocidade na Espanha, colaborando com as principais empresas do setor e oferecendo produtos que satisfazem os mais altos padrões de qualidade.

A fiabilidade dos nossos produtos fica refletida nos anos de experiência acumulados nos troços da AVE dos corredores mediterrânicos, central e norte, assim como em troços noutros países da Europa. Sempre acreditámos que é conveniente que nos adaptemos às necessidades de cada projeto para oferecermos um produto personalizado, que seja duradouro e que satisfaça as exigências do nosso cliente. É por isso que ao longo dos anos fomos criando uma carteira de produtos de equipamento ferroviário com diferentes tipos de soluções:

Guarda-corpos e vedações do tipo ADIF

Para garantirmos a segurança nos lugares de passagem em infraestruturas ferroviárias operadas pelo ADIF, na Metalesa dispomos de uma gama completa de sistemas de segurança especializados para infraestruturas ferroviárias que satisfazem os padrões de qualidade traçados pelo administrador da rede.

Com a nossa gama de guarda-corpos e vedações do tipo ADIF podemos criar um completo sistema de proteção para peões em pontes, viadutos ou outras zonas de passagem dentro das infraestruturas ferroviárias. Quando nos apresentam um projeto com estas características, efetuamos um estudo das necessidades do traçado e fabricamos a pedido qualquer elemento que possa ser requerido.

A toda a nossa gama de guarda-corpos e vedações do tipo ADIF podem-se aplicar diferentes tratamentos anticorrosivos, cada um dos quais oferece um tipo de proteção diferente. Dependendo das características do projeto, podemos aplicar um acabamento de galvanização a quente, um acabamento termolacado ou uma aplicação mista para ambientes mais agressivos.

Guarda-corpos e corrimões para esta   ções

Na Metalesa fabricamos guarda-corpos para estações com diversas formas e materiais, para que garantam a segurança dos passageiros adaptando-se à estética do lugar. Fabricamo-las com materiais diversos, como o aço; além disso, submetemo-las a tratamentos anticorrosão de galvanização ou termolacagem para garantirmos a sua resistência à deterioração provocada pelo clima e pela passagem do tempo.

Também fabricamos guarda-corpos de aço inoxidável de diferentes qualidades e com uma grande variedade de acabamentos, ou inclusive podemos fabricá-las com diversos materiais. Adaptando-nos sempre às necessidades e à estética da estação ferroviária.

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Vedações e cerramentos de estações

As estações de comboio, de metro ou de elétrico necessitam de sistemas de cerramentos que sejam resistentes ao alto volume de tráfego, ao mesmo tempo que cumprem as regulações em vigor.

Quanto a sistemas de segurança para oferecermos proteção às pessoas em zonas próximas de estações ou instalações ferroviárias, temos uma grande variedade de cerramentos para estações que podemos fabricar a pedido para podermos solucionar e adaptar-nos às exigências do projeto.

Os sistemas de cerramentos para estações ferroviárias são produtos que muitas vezes estão sujeitos às inclemências do tempo. É por isso que na Metalesa trabalhamos para oferecermos diferentes tratamentos anticorrosão como a galvanização a quente, a termolacagem ou um acabamento misto, que oferecem uma camada de proteção contra humidades e oxidação superiores.

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Corrimões e grelhas para caleiras

Outros sistemas de segurança que são instalados em túneis ferroviários são os corrimões e as grelhas para caleiras. Estes elementos têm por finalidade dar segurança à circulação dos transeuntes pelo interior de um túnel. A nossa vasta experiência nos túneis da rede ferroviária suburbana e de alta velocidade permite-nos a oferta de um produto personalizado fabricado de acordo com os materiais e os critérios que melhor se adaptam ao projeto.

Na hora de enfrentar um novo projeto, o nosso gabinete técnico efetuará um estudo de necessidades e apresentar-lhe-á uma proposta que satisfaça as suas necessidades.

Industría 4.0 y seguridad vial

Protetores de catenárias

Para proteger as catenárias contra o lançamento de objetos a partir de passagens superiores, dispomos de protetores de catenárias. Além disso, podem ser concebidos e fabricados em conformidade com as especificações de cada projeto. Temos uma vasta experiência no fabrico deste tipo de produtos com diferentes formas e acabamentos, para nos adaptarmos aos critérios exigidos pelo cliente.

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Se está a pensar num novo projeto e necessita de um fornecedor de equipamento de segurança ferroviária, na Metalesa estamos dispostos a dar solução a estes desafios e teremos muito gosto em ajudá-lo(a). Para mais informações, pode contactar o nosso gabinete técnico através do formulário de contacto, ligando para o nº. 96 088 99 44 ou para o 677 43 34 93 ou enviando-nos um e-mail para metalesa@metalesa.com


Proteja as suas instalações com os nossos cerramentos e vedações

Na Metalesa queremos estar presentes na vida das pessoas para a tornarmos muito mais fácil e garantirmos a sua proteção, mas nunca o faremos de uma forma intrusiva. Os nossos produtos integram-se em estradas, vias férreas ou zonas urbanas de tal forma que, mesmo que não se efetue um uso direto dos mesmos, encontram-se de forma latente à nossa volta, garantindo a nossa segurança.

Barreiras acústicas, guardas de segurança, equipamento ferroviário… Falámos-lhes muito sobre eles no nosso blogue; no artigo de hoje falar-lhes-emos sobre os cerramentos e vedações, e as suas aplicações para protegerem as pessoas em diferentes áreas

Tipos de vedações

Vedação metálica

Na Metalesa concebemos, fabricamos e instalamos vedações metálicas que servem para fechar qualquer tipo de espaço. Além disso, todos os cerramentos metálicos passam por um tratamento anticorrosão, quer galvanização a quente, quer termolacagem, processos que garantem o bom estado do produto ao longo do tempo e face às condições meteorológicas.

Vedação antivandalismo

Tal como o seu nome indica, estes tipos de vedações servem para fechar zonas em que possa existir algum tipo de conflito ou infração de segurança, e se deva limitar o acesso, especialmente à noite, garantindo a proteção, tanto das pessoas, como do recinto.

As vedações antivandalismo são normalmente compostas por um módulo metálico do tipo eletrossoldado ou deployé na sua parte superior, e de chapa perfilada na sua parte inferior. Também se pode fabricar qualquer outra conceção proporcionada pelo cliente. A nossa equipa de engenheiros encarregar-se-á de efetuar os cálculos estruturais que forem necessários para garantir a sua funcionalidade e robustez.

Vedação eletrossoldada

Fabricamos uma vasta gama de modelos de malha: lisa, dobrada, quadrada, retangular, galvanizada, termolacada… É um produto que conta com tantas opções que é facilmente adaptável a qualquer ambiente.

É constituída pelos elementos seguintes:

  • Malha eletrossoldada em painéis de arame sobrepostos e soldados entre si.
  • Postes metálicos de tubo redondo, quadrado ou retangular.
  • Elementos de fixação: parafusos invioláveis, abraçadeiras de união, tampas autorreguláveis, e outras peças de fixação, conforme o modelo.

Aplicações dos nossos cerramentos e vedações

A instalação de cerramentos e vedações é um elemento a ter em conta em algumas áreas que passamos a detalhar agora. Em todos eles beneficiamos das qualidades de segurança e ordenação dos diferentes espaços de separação.

Vedações para a área industrial

Nas indústrias encontramos áreas que são especialmente perigosas para as pessoas, ou que requerem uma proteção especial pelos bens que guardam. Por isso, é necessário que se tenha muito cuidado com vedações que delimitem o seu perímetro e canalizem o seu acesso pelos pontos definidos nos horários previstos.

Dispomos de muitos tipos de vedações para a área industrial, em forma de exemplo, enumeramos os seguintes.

  • Vedação perimétrica de segurança
  • Vedação pedonal
  • Vedação de proteção de colunas

Cerramentos e vedações para a área educativa

Há cada vez mais campus universitários que decidem instalar um cerramento que envolva todo o perímetro, tendo em vista delimitar os acessos ao recinto, garantindo a segurança dos estudantes e docentes. Além disso, também é útil como vedação antivandalismo, dado que impossibilita a passagem para o recinto durante o horário noturno.

Cerramentos e vedações para urbanizações

A instalação de vedações em alguns ambientes urbanos é fundamental, quer para se garantir a privacidade e a segurança dos inquilinos, quer para se fazer face aos problemas acústicos da zona. Neste caso, a vedação pode ser composta por barreiras acústicas.

Neste sentido, as barreiras acústicas, além de servirem para absorver o ruído proveniente dos carros, o bulício das pessoas, etc. também garantem a intimidade e oferecem uma imagem estética à urbanização.

Na Metalesa dispomos de uma grande variedade de barreiras acústicas também pensadas para serem instaladas como vedações em urbanizações. Barreiras de metacrilato, painéis acústicos de madeira ou metálicos são os mais solicitados pela sua funcionalidade e pela sua adaptabilidade ao ambiente.

Cerramentos e vedações para a área ferroviária

Dispomos de uma vasta gama de equipamento ferroviário, e neste post destacamos as vedações e cerramentos para zonas ferroviárias:

Vedações tipo ADIF

Para garantir a segurança nos lugares de passagem em infraestruturas ferroviárias operadas pelo ADIF, na Metalesa dispomos de uma gama completa de sistemas de segurança especializados que cumprem os padrões de qualidade traçados pelo administrador da rede.

Com a nossa gama de guarda-corpos e vedações do tipo ADIF podemos criar um sistema completo de proteção dentro das infraestruturas ferroviárias. Quando nos apresentam um projeto com estas características, efetuamos um estudo das necessidades do traçado e fabricamos a pedido qualquer elemento que possa ser requerido.

A toda a nossa gama de guarda-corpos e vedações do tipo ADIF podem-se aplicar diferentes tratamentos anticorrosivos, cada um dos quais oferece um tipo de proteção diferente.

Dependendo das características do projeto, podemos aplicar um acabamento de galvanização a quente, um acabamento termolacado ou uma aplicação mista para ambientes mais agressivos.

Vedações e cerramentos para estações

As estações de comboio, de metro ou de elétrico necessitam de sistemas de cerramentos robustos e resistentes ao alto volume de tráfego, e que cumpram simultaneamente a regulação em vigor em matéria ferroviária traçada pelo operador da rede.

Quanto a estações de comboio, tanto de longa distância como regionais, de alta velocidade ou não, contamos com uma grande variedade de cerramentos que podemos fabricar a pedido com modelos standard que fornecemos numa grande quantidade de obras, ou adaptar-nos aos requisitos do projeto.

Em qualquer caso, qualquer conceção pode ser submetida a uma grande variedade de tratamentos anticorrosão para ser dotada da camada adequada de proteção contra humidades e oxidação, de acordo com o ambiente em que se instale.

Necessita de vedações e cerramentos para alguma destas áreas ou outras aplicações? De certeza que na Metalesa sabemos como ajudá-lo(a). Contacte-nos ligando para o nº. 96 088 99 44 ou enviando um e-mail para metalesa@metalesa.com


Transições e terminais de impacto: soluções inovadoras para pontos negros

As estradas encurtam distâncias, aproximam pessoas, e por este motivo, é tão importante que se garanta ao máximo a sua segurança, para que cheguem sem percalços ao seu destino, quer o seu trabalho, quer a sua família ou os seus amigos. As diferentes administrações de nível nacional, regional e local mantêm identificados e atualizados os principais pontos negros das nossas vias, e na Metalesa estamos há muitos anos a participar em obras com as quais possamos dar soluções seguras a estas localizações concretas. Uma aposta clara na remodelação das nossas estradas inclui dotá-las de novas infraestruturas que cumpram o propósito de velar pela segurança rodoviária. É neste cenário que atuamos.

Troço Cullera-Favara: Um dos nossos últimos projetos de Segurança Rodoviária

Durante os últimos dois anos estivemos a trabalhar em Cullera na construção de um troço que representará indubitavelmente um marco para a melhoria das vias de comunicação da zona.

Tal como aponta José Luis Ábalos, ministro dos Transportes, Mobilidade e Agenda Urbana, 'esta atuação traduzir-se-á no melhoramento da segurança rodoviária ao criar um itinerário alternativo ao da estrada nacional atual, na sua passagem pelas duas localidades'.

O que é verdade é que há muitíssimo tempo que os residentes exigiam a conclusão desta infraestrutura, e finalmente poderão contar com a variante de Cullera e Favara, um troço incluído no corredor da A-38, que representa o maior investimento em matéria de infraestruturas jamais efetuado pelo Governo central na região valenciana da Ribera Baixa.

A Metalesa no projeto: instalação de transições e terminais de impacto

Na  Metalesa  encarregámo-nos de instalar mais de 15.000 metros de guarda de segurança metálica META16 com nível de contenção H3. Convidamo-los a sentarem-se para desfrutarem deste impressionante vídeo onde se vê o resultado de tanto trabalho.

https://www.youtube.com/watch?v=zd_MFsbvDIk

Mas o objetivo deste artigo é apresentar as transições e terminais de impacto, outros produtos de segurança rodoviária muito pouco habituais na Espanha, mas sem dúvida imprescindíveis nas estradas. Trata-se de barreiras de contenção muito específicas e que se irão generalizando quando os nossos governantes e técnicos da administração pública adquirirem uma maior sensibilidade para as situações que evitam.

Eliminação de pontos negros com transições e terminais de rail

Os pontos negros ou troços de concentração de acidentes (TCA) são troços da rede de estradas em que ocorre um grande número de acidentes de viação todos os anos.

Na Câmara Municipal de Cullera, afirmam que esta obra 'era de uma importância vital para se evitar que mais pessoas possam perder a vida'. Além disso, Oro Azorín, Presidente da Câmara Municipal de Favara, também considera que a instalação de transições e terminais de rail oferecerá ao povo um grande aumento da segurança rodoviária.

Fontes municipais de Cullera também garantem que é uma boa notícia para toda a Comunitat Valenciana, porque se estão a eliminar os pontos negros nas estradas que sofreram, especialmente as populações da costa.

Transições para estradas

A instalação de transições para estradas permite a união entre sistemas de contenção de naturezas diferentes, isto é, liga duas barreiras de segurança de diferente secção transversal ou diferente nível de contenção como, por exemplo, uma guarda de segurança metálica e uma barreira de betão do tipo New Jersey.

Na Metalesa temos uma Transição homologada concebida de forma versátil, isto é, que permite que se ligue tanto a nossa META13, de nível de contenção H2, como com a nossa META16, de nível de contenção H3, a uma barreira contígua de betão.

Trata-se de um dispositivo concebido e fabricado integralmente pela Metalesa, e homologado em conformidade com a norma francesa NF-058, o que implica que as transições que instalámos foram ensaiadas com choque à escala real de acordo com tal norma. Somos a única empresa espanhola que ensaiou à escala real transições entre diferentes sistemas de contenção, porque decidimos ir à frente da nossa concorrência. Consideramos que a norma francesa representa o futuro do que será estabelecido pela norma europeia que está atualmente em fase de redação pelos comités técnicos normalizadores, aos quais a Metalesa pertence.

Quais as vantagens da instalação de uma transição em estradas?

  • Fiabilidade do sistema: Face a um impacto lateral do veículo, comporta-se como uma barreira metálica convencional, garantindo assim a contenção e o reencaminhamento adequado do veículo.
  • De reparação fácil e peças de reparação disponíveis em stock.
  • Tratamento anticorrosão: Oferecemos diversas opções de acabamento para as transições para estrada, tanto galvanização a quente, como termolacagem, como um tratamento que combina ambos os processos.

Terminais, barreiras de contenção necessárias nas estradas

Os terminais de impacto para estradas são sistemas de contenção que se colocam nas extremidades de sistemas de contenção como guardas de segurança ou barreiras metálicas, para garantirem uma maior segurança face a um impacto frontal com tal conclusão. Dispomos de uma vasta gama de modelos de terminais de segurança rodoviária com diversas características e certificados, tendo todos eles sido testados mediante ensaios em laboratório acreditado de acordo com a norma EN 1317.

Oferecemos fornecimento e instalação de três modelos:

Modelo T50 – 50KM/H

Este terminal de impacto é ideal para ambientes urbanos, em zonas cuja velocidade máxima permitida não ultrapasse os 50 Km/H.

Modelo P2 – 80KM/H

O terminal de rail P2, contrariamente ao Modelo T50, é uma barreira de contenção de veículos que se utiliza em estradas, onde a velocidade permitida não seja superior a 80Km/H.

Modelo P4 – 110KM/H

Este terminal é uma barreira de contenção que também foi pensada para ser instalada em estradas, mas em vias de alta velocidade. Dispomos de vários modelos homologados de ancoragem ao terreno, tanto para terreno de betão, como para terreno de terra.

Não há dúvida de que, projetos como a construção do Troço Cullera-Favara, que incluem infraestruturas para a segurança rodoviária como as nossas transições e terminais de segurança rodoviária, demonstram que existe realmente um compromisso de fazer com que as estradas sejam vias seguras que sirvam para o que dissemos no início deste artigo: aproximar as pessoas. Para mais informações, ligue-nos para o nº 96 088 99 44 ou envie-nos um e-mail para metalesa@metalesa.es


Segurança em zonas urbanas e na estrada para os ciclistas

Como especialistas em Segurança Rodoviária, um dos nossos trabalhos deve ser o fomento de uma maior consciencialização para a segurança das pessoas, tanto em zonas urbanas como em estradas. Neste sentido, embora os nossos produtos estejam destinados a tornar mais segura a vida das pessoas, na Metalesa propomo-nos ir mais além e queremos contribuir com o nosso grãozinho de areia neste processo contínuo de consciencialização.

No post de hoje falamos-lhes sobre a segurança dos ciclistas quando circulam por zonas urbanas ou estradas. Não há dúvida de que é um dos grupos mais vulneráveis, sofrem uma grande quantidade de acidentes, e é um problema ao qual se deve dar uma solução.

Para começar, aqui estão alguns dados: em 2014 morreram 75 ciclistas nas estradas espanholas, em 2015 foram 55 e em 2016 o número reduziu-se para 33. Dito isto, embora a tendência para acidentes de ciclistas parecesse estar em decréscimo no último lustro, o que é verdade é que em maio de 2017 estes valores já se duplicaram, e em 2020 36 ciclistas perderam a vida, número surpreendente após os longos meses de confinamento.

No início do artigo fizemos referência ao facto de os nossos produtos serem destinados a garantir a segurança. Não obstante, as pessoas também devem fazer a sua parte para atingirmos este objetivo. Apresentamos em seguida alguns conselhos úteis, tanto para os ciclistas como para os condutores, para garantirmos a segurança dos ciclistas, tanto em zonas urbanas, como em estradas.

Tudo o que um ciclista deve saber para garantir a sua segurança

Embora possa haver fatores externos que ponham em perigo a sua segurança, é importante que o ciclista saiba como se proteger:

  • Conhecer o regulamento sobre circulação: saber o que pode fazer na estrada e o que não pode permitirá que esteja mais consciente dos perigos.
  • Se na estrada não houver ciclovia, é preferível circular por estradas com berma, e muito melhor se tiverem pouco trânsito.
  • Recomenda-se a utilização de roupa apelativa para se tornar mais visível. Aqui também incluímos a cor do capacete, que é obrigatório.
  • Verificar as rodas, travões e luzes de vez em quando. Uma coisa tão rápida como uma simples verificação pode salvar a vida ao ciclista. Relativamente às luzes, é importante que se tenha em conta que se devem usar, tanto na parte dianteira, como na traseira em horas de pouca luz. Além disso, é obrigatório acender as luzes quando se circula pelo interior de um túnel, seja que hora for.
  • Uso do retrovisor. Este dispositivo é menos comum do que deveria ser. São muito poucos os ciclistas que decidem acoplar à sua bicicleta um retrovisor, mas é indubitavelmente um componente muito útil para o aumento da segurança, além de ser barato.

Que é que um condutor de um veículo deve ter em conta para garantir a segurança dos ciclistas?

  • É importante que se tenha em conta que, ao ultrapassar um ciclista, o ar que desloca o veículo pode desequilibrá-lo. Por isso, numa ultrapassagem deve-se deixar pelo menos 1,5m de espaço lateral como distância de segurança.
  • Caso se observe a presença de ciclistas, deve-se reduzir a velocidade e ter cuidados redobrados.
  • Não se deve tocar a buzina para avisar o ciclista sobre a presença do veículo, porque pode assustá-lo, distraí-lo e provocar-lhe uma queda.
  • É muito importante que se saiba quando é que os ciclistas têm prioridade. Por exemplo, um grupo de ciclistas tem prioridade quando iniciou o cruzamento ou entrou numa rotunda.

Só com mais respeito pela prioridade de passagem e pela distância de segurança é que se poderá reduzir significativamente o número de vítimas ciclistas.

Estamos conscientes de que talvez sejam conselhos que parecem muito óbvios, mas não é mau recordá-los tendo em conta que, estatisticamente, a maior parte dos acidentes ocorre precisamente devido ao incumprimento de algum destes conselhos.

Melhorias em Segurança Rodoviária para os ciclistas através do urbanismo

Não só as pessoas ganham cada vez mais consciência, mas também o fazem as cidades, orientando o seu planeamento para modelos mais eficazes, tanto a nível de segurança como de sustentabilidade. Neste sentido, o fomento da mobilidade urbana através do uso da bicicleta encontra-se na ordem do dia, o que implica pensar num reordenamento urbano ambicioso que passe pela implantação de ciclovias. Com efeito, estamos a ver que as cidades implementam cada vez mais quilómetros de ciclovias.

Como é que garantimos a segurança dos ciclistas a partir da Metalesa?

A proteção é a nossa meta. Por isso, concebemos e fabricamos produtos de segurança rodoviária especialmente pensados para tal.

O nosso guarda-corpos ciclopedonal M009 é um sistema de contenção para ciclistas que não pode faltar nas zonas urbanas, nem nas estradas, para se reduzir a taxa de sinistralidade dos ciclistas.

Localiza-se em extremidades de pontes ou muros de coroação para se evitar a queda de peões e ciclistas no vácuo. Distingue-se de um guarda-corpos normal pela sua altura, de 1,3 a 1,5 metros, o que impede que os ciclistas a transponham, o que é perfeitamente possível com guarda-corpos tradicionais de 1 metro ou menos para peões.

Além disso, todos os componentes do guarda-corpos são protegidos contra a corrosão mediante revestimento ao critério do cliente: galvanização a quente, termolacagem ou simultaneamente ambos os tratamentos.

A termolacagem permite que se facilite a integração estética dos guarda-corpos ciclopedonais no ambiente, dado que podemos pintá-los em qualquer cor do catálogo RAL.

Num post anterior fizemos referência à forma como a tecnologia 5G nas cidades poderá ajudar a garantir a segurança ao máximo. Talvez chegue um dia em que os ciclistas deixem de ser um grupo vulnerável, graças ao desenvolvimento de ferramentas baseadas na conetividade sem fios. Não obstante, na Metalesa, apoiamos evidentemente o progresso tecnológico e os grandes avanços que ele pode proporcionar à segurança rodoviária, mas também queremos aproveitar para efetuar uma chamada à responsabilidade de cada um. A segurança diz respeito a todos!


O que é um amortecedor de impacto?

Não é novidade que as autoridades públicas estão cada vez mais sensibilizadas para a segurança rodoviária. A instalação de equipamentos de proteção dos veículos e dos seus ocupantes está cada vez mais generalizada, tendo também aumentado a sua qualidade e eficácia.

Um dos dispositivos mais eficazes e que mais vidas salva é o amortecedor de impacto. São dispositivos protetores compostos por uma estrutura deformável que recolhe e trava o veículo que choca contra ele, absorvendo o impacto no todo ou em parte, e diminuindo consideravelmente, tanto as vítimas como as lesões e imperfeições.

Os amortecedores de impacto são capazes de evitar até 80% das mortes na estrada por choque; por isso, não é de estranhar que desde 1989, ano em que começaram a ser implantados na Espanha, a instalação dos atenuadores de impacto esteja totalmente normalizada.

Também chamado 'Amortecedor de choque', esta infraestrutura de segurança rodoviária é um produto que foi muito testado desde a sua invenção. Os primeiros modelos de amortecedores de impacto só cumpriam parcialmente o seu propósito e as consequências dos choques continuavam a ser graves, tanto para o veículo como para os ocupantes. Não obstante, com os anos a conceção do amortecedor de impacto foi sendo aperfeiçoada até ao ponto de se poder afirmar que é atualmente um produto essencial para salvar vidas na estrada.

O amortecedor de choque tem uma estrutura complicada, em forma de meccano, apoiada na sua base por um muro de betão e formada por "painéis telescópicos" de aço que, face ao impacto, são empurrados uns contra os outros, mediante carris feitos de chapa, impedindo assim que o sistema se deforme e destrua.

Suportando estes painéis no interior há várias secções, ou traves, em forma de caixa, cheias de espuma de poliuretano ou com vários tubos de alumínio, dependendo do modelo. Os dois elementos deformam-se face ao impacto, desempenhando a importante missão de absorver toda a energia do choque, dado que, se permanecessem rígidos, ou voltassem à sua posição inicial após o choque, o efeito seria semelhante a uma mola em que o veículo ressaltasse, dirigindo-o novamente para a via e agravando as consequências do sinistro por se poderem envolver outros veículos.

Com efeito, estes materiais são os únicos que se devem substituir no caso em que tenham sofrido o impacto de um veículo.

Modelos de amortecedores de impacto

Antes da instalação de um amortecedor de choque na estrada, deve-se estudar muito bem em que ponto exato é que se deve colocá-lo, dado que uma posição correta é fundamental para que o amortecedor de impacto funcione realmente como 'salva-vidas'. Se estiver convenientemente situado, um amortecedor de impacto recebe uma média de 0,8 a 1,9 impactos por ano, o que representa o salvamento de 0,13 vidas.

O lugar apropriado para a instalação do amortecedor de choque costuma ser o de zonas com altas percentagens de acidentes frontais, protegendo obstáculos rígidos como pilares de pontes, bifurcações, saídas de vias rápidas ou barreiras. que se instala nos pontos mais perigosos da estrada, como pontos negros, barreiras ou passagens de nível, tendo em vista reduzir os danos que podem ser sofridos pelos veículos, condutores e passageiros ao colidir.

As dimensões do amortecedor de impacto e a sua conceção são calculadas tendo em conta a velocidade máxima permitida em tal estrada, de forma que a essa velocidade possa parar a totalidade do impacto. No caso em que o carro ultrapasse a velocidade permitida, não o poderá parar totalmente, mas reduzirá consideravelmente as consequências do impacto.

Na  Metalesa  encarregamo-nos de instalar amortecedor de impacto homologados em conformidade com a norma UNE EN 1317-3, que define as condições de ensaio para se obter a marcação CE. Apresentamos em seguida os modelos que comercializamos.

Existem amortecedor de impacto para suportarem diferentes níveis de energia, atenuadores do tipo e peso do veículo e da velocidade de impacto. Dependendo da velocidade real a que um impacto ocorra, o sistema atuará no todo ou em parte, podendo inclusive ser insuficiente para travar a totalidade do impacto.

Amortecedores de impacto de classe 110

Amortecedores de choque de classe 80

Vantagens dos amortecedores de impacto

 

  • Como podem observar nas imagens anteriores, existe uma grande variedade de amortecedores de impacto; podem ser modelos paralelos, largos e semilargos.
  • Os amortecedores de choque permitem qualquer tipo de transição para barreira.
  • Este dispositivo de proteção pode ser instalado sobre laje de betão ou sobre o terreno.
  • Os amortecedores de choque são facilmente reparáveis caso um veículo colida contra a estrutura.
  • Não há risco de os componentes do dispositivo de proteção poderem danificar o condutor no momento do impacto.

Não há dúvida de que os amortecedores de impacto estão atualmente convertidos num dos dispositivos de segurança rodoviária mais necessários nos pontos mais perigosos das estradas, e com a sua instalação foi possível salvar milhares de vidas. Na Metalesa encarregamo-nos de instalar este tipo de estruturas, de forma que peça-nos orçamento se necessitar e teremos muito gosto em atendê-lo(a).


Nova gama de amortecedores de impacto

Todos os dias ouvimos notícias terríveis relacionadas com acidentes de viação. Um acidente pode ocorrer por diversos motivos, desde despistes ao volante, passando por um excesso de velocidade, até condições meteorológicas, ou inclusivamente um deficiente estado de manutenção do veículo. Na Metalesa estamos empenhados no fomento das boas práticas na área da Segurança Rodoviária, mas sendo realistas, os acidentes continuarão sempre a ocorrer, e trabalhamos e inovamos todos os dias para que as suas consequências sejam as menores possíveis.

Amortecedores de impacto: sistemas de contenção de veículos indispensáveis nas estradas

Um amortecedor de impactos é um sistema de contenção que se instala em pontos especialmente perigosos como bifurcações de vias, aumentando consideravelmente o nível de segurança de uma via e diminuindo as vítimas de acidentes de viação.

Trata-se de um produto de Segurança Rodoviária pouco conhecido no nosso país, mas muito eficaz e testado, tanto em ambientes de laboratório, como nas suas múltiplas instalações em estradas reais de muitos países à nossa volta. No mercado pode-se encontrar sob nomes semelhantes - amortecedor de impacto, amortecedor de impacto, ou amortecedor de choque - mas todos se referem ao mesmo tipo de dispositivo:

Na Metalesa oferecemos uma gama muito completa de amortecedores de impacto que seguramente cobrirá qualquer casuística apresentada na fase de projeto, e que gerará uma grande melhoria da Segurança Rodoviária nas nossas estradas.

Como é que um amortecedor de impacto funciona?

Este dispositivo tem uma estrutura de células de aço, unidas entre si e ancoradas ao terreno ou a uma cimentação de betão.

Quando um impacto frontal ocorre, o sistema absorve a energia do veículo de forma controlada, graças a um comportamento em que cada peça se vai deformando e encastrando na seguinte até parar totalmente o veículo em espaços muito curtos. A absorção de energia minimiza a devolução de energia ao veículo, o qual se deforma muito menos em comparação com um impacto com um obstáculo sem capacidade de absorção. Este é o segredo para a redução drástica dos danos no veículo, e das consequências para os seus ocupantes. Por outro lado, o amortecedor de impacto amortece e "ensaca" o veículo, impedindo que ressalte e saia projetado em direção à via onde poderia chocar contra outros veículos.

Outra das principais características de um amortecedor de impacto é o facto de ser instalado e funcionar de forma autónoma, isto é, trata-se de um sistema de contenção em si mesmo, que não necessita de ser ligado ou fixado a qualquer outro elemento.

É esta característica que o distingue dos terminais que, como o seu próprio nome indica, são os dispositivos com os quais se pode concluir de forma correta e segura uma barreira de segurança rodoviária.

Se estiver interessado num terminal de impacto, aceda a esta ligação para ver o nosso catálogo de terminais.

Onde é que se instalam os amortecedores de impacto?

Há múltiplas localizações onde um amortecedor de choque pode ser eficaz. Muitos deles costumam ser pontos negros das nossas estradas, isto é, troços em que ocorre um elevado número de acidentes por ano, categoria determinada pela DGT, autoridade competente na Espanha.

Os mais habituais protegem o veículo contra obstáculos onde se pode provocar um impacto frontal, por exemplo, bifurcações, saídas de autoestradas, pilares de pontes, separadores de faixas em portagens.

Conheça as vantagens da instalação de amortecedores de impacto

  • Dispomos de uma grande variedade de modelos que satisfazem os requisitos de qualquer projeto e circunstância.
  • Todos os modelos têm a marcação CE em conformidade com a norma UNE EN 1317-3, graças a ensaios à escala real em laboratório.
  • O amortecedor de impacto funciona de forma isolada, sem ligação a qualquer outro sistema de contenção.
  • Pode ser instalado diretamente sobre o terreno ou sobre laje de betão.
  • Não há risco de intrusão de componentes no interior do veículo.
  • Muito fácil de reparar ou repor peças em caso de acidente.
  • Quase não necessitam de manutenção e limpeza para o seu funcionamento correto
  • Durabilidade anticorrosão garantida, graças ao facto de o próprio produto ser composto por chapas galvanizadas em contínuo.
  • Caso o cliente deseje, pode-se efetuar termolacagem em qualquer cor do catálogo RAL

Conheça a nossa nova gama de amortecedores de impacto

 A nossa gama de amortecedores de impacto tem 11 modelos, e temos stock de todos eles. Deixamos-lhe as imagens dos modelos:

Como deve saber, na nossa nova página web pode pedir-nos orçamento para qualquer produto. No caso dos amortecedores de impacto, entre nesta página e clique simplesmente no botão 'adicionar' do amortecedor de impacto em que esteja interessado.

Também dispomos de amortecedores de impacto para áreas urbanas

Alguns dos modelos disponíveis foram concebidos para as características de circulação de ambientes urbanos, onde também existem numerosos perigos e obstáculos que comprometem a Segurança Rodoviária, quer se trate de postes, quer de sinais de trânsito, semáforos, árvores, etc. Embora alguns deles possam inclusivamente ter sido concebidos para protegerem os peões, podem eventualmente constituir um risco para a vida dos condutores de um veículo que colida com eles. Por isso, na Metalesa dispomos de amortecedores de Impacto concebidos para cidades e zonas de velocidade reduzida de até 50 km/h.

As vantagens anteriormente descritas aplicam-se igualmente a estes modelos urbanos. Por cidades seguras!

A nossa nova gama de amortecedores de impacto foi concebida para proteger o que mais nos importa: as pessoas. E por este motivo devemos efetuar a difusão deste produto para que seja instalado cada vez mais nas estradas espanholas, que ficarão mais seguras.

Para concluirmos este artigo, aproveitamos para os informar de que a nossa nova secção de Webinar terá início com uma conferência muito interessante sobre os amortecedores de impacto. Não o pode perder! Registe-se nesta ligação.

Se necessitar de entrar em contacto connosco, não hesite em ligar-nos para o nº 96 088 99 44 ou enviar-nos um e-mail para metalesa@metalesa.com


Os nossos guarda-corpos do tipo ADIF

O que é um guarda-corpos de proteção?

Os guarda-corpos, também conhecidas como sistemas de proteção coletiva, consistem em tipos de sistemas que se costumam utilizar face a aberturas ou desníveis que podem constituir risco de queda a partir de uma determinada altura.

As balaustradas oferecem segurança contra o risco de queda num perímetro que pode ser considerado como uma zona de perigo. É por isso que se deve prestar uma atenção especial a plataformas, aberturas no chão, cais e estruturas semelhantes. Depois de conhecermos o que é uma balaustrada de segurança, falaremos dos tipos de balaustradas e cercas do tipo ADIF.

Tipos de balaustradas e cercas que concebemos, fabricamos e instalamos na Metalesa.

  • Balaustradas de aço: Tanto de aço com de aço inoxidável, para estruturas de pontes de estrada e caminho de ferro e para aplicações urbanas que garantem a segurança da passagem de peões.
  • Balaustradas para estações: Estas têm diversas formas e materiais para a colocação nas estações de comboio, tanto de suburbanos como de alta velocidade, e estações de metro e elétrico.
  • Balaustradas e cercas do tipo ADIF: São um sistema especializado para infraestruturas ferroviárias de diversas formas, classes e materiais. No seu fabrico satisfazem-se as especificações definidas pelo ADIF para qualquer produto que deva ser instalado nas suas infraestruturas.
  • Cercas metálicas: São especificamente concebidas para protegerem ou fecharem qualquer espaço ou recinto. Delimitam qualquer tipo de espaço ou infraestrutura que necessite de ser fechada ou delimitada, como por exemplo instalações desportivas ou centros escolares.
  • Cercas antivandalismo: Concebidas para a instalação de passagens superiores e pontes, tendo em vista evitar a queda de objetos nas vias por onde circulam pessoas, veículos ou comboios.
  • Cercas eletrossoldadas: Estas cercas têm uma gama completa de cercas eletrossoldadas com diferentes modelos de malha, tendo em vista proporcionar vedações para infraestruturas ou zonas industriais e residenciais.
  • Balaustradas e cercas para espaços industriais: Instalam-se para a proteção e delimitação de ambientes industriais. Válidas para a proteção de pessoas e maquinaria, assim como para o cerramento de espaços de trabalho.

Sistemas de segurança para infraestruturas ferroviárias

Na gama de produtos destinados à Segurança Ferroviária, neste artigo vamos dar uma importância especial às balaustradas e cercas do tipo ADIF.

A nossa empresa trata da conceção, fabrico e comercialização de uma gama completa de sistemas de segurança especializados para infraestruturas ferroviárias de diversas classes, materiais e formas.

No fabrico dos nossos produtos satisfazem-se as especificações definidas pelo ADIF para qualquer produto que deva ser instalado nas suas infraestruturas.

O que são as balaustradas do tipo ADIF?

As balaustradas do tipo ADIF são um sistema de contenção para peões, cujo fim é garantir a sua segurança em viadutos, pontes ou lugares de passagem dentro de infraestruturas ferroviárias operadas pelo Administrador de Infraestructuras Ferroviarias (ADIF). Trata-se de um elemento muito importante para a segurança dos peões nas vias de circulação onde haja acesso livre, embora não garanta a obtenção dos veículos. Pela sua parte, as cercas do tipo ADIF são um sistema standard para prevenir os atos de vandalismo a partir de passagens superiores sobre infraestruturas ferroviárias operadas pelo ADIF.

Existem dois tipos de fixação à estrutura: embebendo parte dos postes antes da betonagem, ou então mediante uma placa de base ancorada com pernos mecânicos ou químicos.

Além disso, para todas as nossas balaustradas do tipo ADIF oferecemos vários métodos anticorrosão para se garantir a boa manutenção da estrutura. Os procedimentos que oferecemos são a galvanização a quente em conformidade com a norma ISO 1461, o acabamento termolacado ou uma combinação das duas técnicas.

Porquê confiar nas balaustradas do tipo ADIF que a Metalesa fabrica?

Na Metalesa a Segurança Rodoviária é importante. Por isso fabricamos a pedido as balaustradas e cercas do tipo ADIF , tendo em conta as especificações gerais, assim como o caderno de encargos particular do projeto.

Se necessitar de ajuda ou assessoria para a instalação de balaustradas e cercas do tipo ADIF, contacte a Metalesa através do número de telefone 96 088 99 44 ou da nossa página web.